Home Data de criação : 07/12/22 Última atualização : 11/10/17 22:07 / 43 Artigos publicados

Hoje...  escrito em sábado 22 dezembro 2007 02:09

Hoje vou adormecer com o meu rancor para o deixar arrefecer, para que pare de me magoar porque me magoaram, para esquecer o que me dizem e para me encontrar quando me perco.

É habitual sermos aliciados para dizer o que não queremos, fazer o que não nos apetece e fundamentalmente sermos o que não somos, mas nunca me apeteceu ser uma marionete, opto por viver a minha vida, moldá-la aos meus sonhos, plantando uma (se calhar) inútil esperança, regando as minhas fantasias e aumentando a distância entre eu e o mundo que tanto me perturba.

A minha oportunidade áurea já passou e confesso-me verdadeiramente sentida. Aguardo uma outra! Na soleira da porta que muda o meu mundo eu espero-a ansiosamente, todos os dias, vendo o que não vejo e entregando-me ao mundo dos sonhos esperando a consideração que me foi negada neste áspero mundo da realidade.

 

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Liberdade  escrito em sábado 22 dezembro 2007 02:14

“Cada um de nós é, no fundo, um ideia ilimitada da liberdade. Devemos rejeitar tudo aquilo que nos imponha limites. Aliás… dispomos de todas as possibilidades, da mais absoluta liberdade de escolha. Como num livro, onde cada letra permanece para sempre na página, a nossa consciência tem o direito de decidir o que quer ler e o que prefere deixar de parte…” (Richard Bach)

Poucas vezes o fiz… mas não volto a apegar-me demasiadamente às coisas e às pessoas, até porque quando as perco, perco com elas uma parte de mim. Não me entregarei, jamais aquilo que está aqui agora e que, um instante depois, pode desaparecer…

Sim… já fui… e para sempre: “Depois de tomar uma decisão, sigo-a sem receio, porque foi a que se me afigurou melhor. Qualquer outro rumo seria perigoso”

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Perdida ...  escrito em sábado 22 dezembro 2007 02:15

Sinto-me esquisita. Não sei o que se passa comigo!

Sinto que ando perdida algures na minha rotina do dia a dia. Sinto-me feia! Sinto-me perdida. Sinto-me a vaguear. Nada me motiva, nada me desperta. Limito-me a ter a reacção normal e aparente que todos esperam de mim. Falam comigo, mas eu estou longe, muito longe nos meus pensamentos, naquilo que me perturba, naquilo que me incomoda, naquilo que me faz pensar que os meus sonhos, as minhas vontades, as pequeninas coisas que me podiam fazer feliz estão longe, tão longe quanto o impossível.

 

Engraçado como apenas este fim-de-semana tomei consciência do meu estado dormente. Já me teriam dito que eu andava assim, mas não tinha percebido, pensei apenas que estivesse alienada com o trabalho, mas afinal é muito mais que isso.

 

Dou comigo a pensar nas coisas mais estranhas, talvez absurdas, ilógicas, contraditórias … a pensar no passado, no presente, naquilo que gostaria que fosse o meu futuro. Penso que, e ao contrário daquilo que eu alguma vez quis, cada vez mais estou descrente nas pessoas, descrente na confiança. Sempre que confio em alguém, existe algo que me deixa receosa… não quero deixar de acreditar, mas também não aguento mais sofrer. Não quero voltar a ficar desiludida. Não quero voltar a pensar no porquê!

 

Gostava de me sentir diferente! Gostava de me sentir útil! Gostava de me sentir querida! Gostava de me sentir amada! Gostava que o meu mundo dos sonhos, fosse o meu mundo real.

 

 

 

 

 

 

 

 

Descritivo de Patríca Gulart

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instável  escrito em sábado 22 dezembro 2007 02:18

Não me sinto bem, isso é certo. Estou com problemas solúveis, mas o facto de eles surgirem deixou-me deprimido, a juntar a isso a chuva e o facto de estar debilitado fisicamente... bem se calhar sou mais um menino que precisa de mimos...

"Procuro por mim, dentro da caixa dos sonhos, escondida no sótão por de trás de um espelho... o espelho mostra-me uma imagem triste, uma pessoa cansada, um rapaz que perdeu os sonhos."

"O vento bate no meu rosto, o frio faz-se sentir, queria tanto ter um sonho, pegar nele e voar, seguir no comboio que para em todos os apeadeiros, tocar na terra fresca e barrenta, queria sentir-me bem."

"Amanhã. vai chover, limpar as ruas desta cidade melancólica, amanhã as janelas estarão fechadas. e não se ouvirão os sorrisos dos putos que jogam á bola. Amanhã as mulheres não sairão de casa. porque amanhã vai chover."

"mergulhei a cabeça na água, gritei, soltei a minha raiva, vivi o momento... morri"
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Por vezes...  escrito em sábado 22 dezembro 2007 02:18

Por vezes, empregamos palavras que não sabemos o seu significado... por isso peguei num dicionário....

vida: estado de actividade de animais e plantas; existência; espaço de tempo decorrido entre o nascimento e a morte; modo de viver; ego; conjunto de coisas necessárias à subsistência; movimento; calor; animação; subsistência; origem.

morte: fim da vida animal ou vegetal; termo de existência; fim; homicídio; destruição; perda; entidade imaginária que ceifa a vida.

Sentimento: acto ou efeito de sentir; sensação; aptidão para sentir; sensibilidade; mágoa; percepção; intuição;pressentimento

amor: viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos; inclinação da alma e do coração; objecto da nossa afeição; paixão; afecto; inclinação exclusiva;

dor: sofrimento físico ou moral; mágoa, aflição; pesar; dó; condolência, piedade; remorso;

Felicidade: ventura; bem-estar; contentamento; bom resultado, bom êxito; dita; qualidade ou estado de quem é feliz.

sonho: conjunto de ideias e imagens mais ou menos confusas e disparatadas, que se apresentam ao espírito durante o sono; utopia; ficção; fantasia; visão; aspiração;

sexo: características estruturais e funcionais que permitem distinguir os organismos macho e fêmea; conjunto dos indivíduos que têm o mesmo sexo.

álcool: do Ár. alkohul, coisa subtil
nome genérico para um grupo de compostos orgânicos contendo carbono, oxigénio e hidrogénio.

droga: nome genérico das diferentes matérias que entram em preparados farmacêuticos ou na indústria; estupefaciente; narcótico; designação antiga das especiarias e plantas medicinais que vinham do Oriente; tecido leve de seda ou lã do Oriente.

egocentrismo: tendência pessoal exagerada em considerar tudo sob o próprio ponto de vista e em fazer de si próprio o centro do universo;

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